quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sexo é sexo!

Tesão, amor, vontade e mais nada!

Muitas pessoas vivem buscando alternativas, fórmulas ou métodos para transformar o sexo num espetáculo ou mero instrumento dos lucros. Isso parece distanciar o sexo de seu sentido mais legítimo que é o de simplesmente fazê-lo com vontade.

Os programas eróticos abordam sobre as famosas fantasias, fetiches e têm até apresentador que diz ver cores ou ouvir motores na hora da transa (!) Tem a disseminação do sadomazoquismo, também o sexo pra todo mundo ver, etc... Há pessoas que gostam de tudo isso, mas falta deixar claro que a essência do sexo é o próprio sexo; independente de qualquer coisa, é a hora de sentir prazer e aproveitar, seja com quem se ama ou não, com acessórios ou não.

Nunca entendi porque acrescentaram tanta coisa ao sexo, quando até a roupa é desnecessária. Querem usar algemas, frequentar moteis que mais parecem parques aquáticos ou playgrounds, gel que esquenta, que esfria, que estica ou encolhe (!)... Às vezes esquecem que é necessário ter pelo menos tesão e amor, ou somente o primeiro. Talvez isso acabasse com vários orgasmos fingidos.

Se a pessoa desejada (amada ou não) estiver disponível, é hora de aproveitar. O local certo é um que caiba os dois (três, quatro...). Não precisa de mais nada, só dos olhares, beijos e tempo suficiente para tirar todas as roupas. Na cama, no chão, na mesa da cozinha, no sofá, com as crianças dormindo ou num motel (limpo e que tenha pelo menos uma cama) para aqueles que ainda moram com a mãe, avó, cachorro, primo, etc e não têm privacidade nem no banheiro.

Quem ama combina tudo com o tesão e prefere olhar nos olhos, sentir o calor do corpo e o toque, aproveitar posições diferentes (desde que respeitadas as articulações e elasticidade da pele!), luz acesa ou apagada, mais light ou "pancadão", rapidinha ou "longa metragem" do tipo Titanic, uma, duas vezes... O que importa é o momento e nem precisa ver cores ou ouvir motores; se for dessa forma, ao invés de gozar será preciso ir ao analista ou psiquiatra porque o problema deve ser outro!

Quem sente somente o tesão quer saciar "aquela vontade". É algo mais imediatista e até meio perigoso porque precisa de mais cuidados. É a "exploração" do corpo, a segurança de ter alguém tão desejado (a) o mais próximo possível, mesmo que só por alguns instantes.

Vídeos pornôs são legais e incrementam, porque "podem" causar excitação (algumas pessoas não sentem nada!), aguçam a criatividade ou dão uma pitada diferente na hora daquela "mãozinha da solidão".

Os moteis do tipo parques, as algemas ou cremes não devem ser descartados, só não podem ser priorizados como protagonistas da satisfação do apetite sexual, porque pra tê-lo só basta ter vontade e não há nada que dê mais vontade de fazer sexo que o (a) interessado (a) simplesmente querer fazê-lo.

Talvez assim será possível relaxar e gozar!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Natal ou Carnaval?

Mais uma data comemorada de forma errada

Durante a noite 24 de dezembro estava em casa com minha mãe preparando um jantar e insistentemente ouvíamos músicas com letras do tipo: "Ô ALAÍDÊÊ". Nem se eu conhecesse essa fulana ouviria tanto seu nome quanto naquela noite; queria logo que ela aparecesse, pelo menos para ver se a barulheira toda cessava ou para alguém me mostrar em qual parte das escrituras que narram o nascimento de Jesus havia tal nome, a não ser na "noite feliz" dos meus sórdidos vizinhos!

O valor e o significado das datas especiais estão pra lá dos chinelos graças à tamanha sabedoria humana, em especial a de muitos brasileiros. A Semana Santa por exemplo, é quase o Carnaval porque sempre tem gente bêbada e comendo peixe só pra evitar a carne vermelha sem - muitas vezes - saber o verdadeiro significado de tudo isso. Desceram o Natal pra esse mesmo nível!

Período natalino é "especial" porque além de uma farta Seia - para aqueles que podem fazê-la - é a hora de gastar muito dinheiro em promoções, dar ou receber presentes. Amigos ocultos, indiscretos, da onça, da loba ou do dinossauro e as confraternizações em que os intrigados se falam somente nessa época também incrementam as festividades natalescas! O espírito natalino de muitos indica uma fatura de cartão de crédito tão gorda quanto aquela causada pelo fim da dieta com a Seia, além de muita hipocrisia e falsidade...

O feriado também faz parte das comemorações de Natal, porque serve para ir à praia com farofada de peru regada à muita bebedeira. Sendo na sexta, começa quinta e só termina na segunda-feira. Manhã do dia 25, ainda havia barulho, sem falar nas ruas sujas e nos vários que aproveitam as calçadas e areias das praias para economizar com o motel ou evitar ir pra casa, já que podem dormir e curar a ressaca ali mesmo. Assim, o homem reinventa o Natal e o adequa às novas tendências, sem nem ao menos enviar um e-mail a Jesus Cristo para saber se Ele concorda com isso.

Essa é a época de boas lembranças, de reflexões acerca das melhorias que podemos construir, de reuniões com amigos ou familiares, ou momentos de solidão... Silêncio, diálogo ou músicas mais tranquilas fazem a verdadeira festa do Natal e não só integram o zelo pela sublimidade dessa data, mas também compõem a ordem e o respeito intrínsecos na hora de relembrar a Noite Feliz. A banalização apenas confirma a falta de educação, respeito, cultura e interesse que grande parte da população tem, não só com e pelo dia 25, mas também com os poucos que ainda primam por uma verdadeira comemoração natalina.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Até quando?

A pergunta mais comum em nosso país

As câmeras escondidas, os grampos nos telefones e tudo mais que prove o quanto a corrupção no Brasil está longe de ser aniquilada nos fazem perguntar: Até quando?

A mesma indagação ainda se encaixa na hora que precisamos utilizar o serviço público de saúde e nos deparamos com a falta de qualidade dos hospitais, sofrimento de pacientes ou médicos que não têm condições mínimas que os façam ter zelo pelo exercício da profissão (se houver médicos). Assaltos e violência também nos deixam sempre com essa pergunta.

O brasileiro elegeu um presidente que faz questão de utilizar grosserias e cafonices em discursos que rapassam direta ou indiretamente a estupidez de que um operário pode estar no poder; pra ele a formação superior é desnecessária, isso prolifera uma falta de educação que acaba servindo como modelo a todos os que insistem em aplaudí-lo e continuam desconhecendo o que é desenvolvimento.

Temos no poder um analfabeto nato, que não sabe - inclusive - ler as imagens de câmeras que registram e provam que o dinheiro público está muito bem guardado em meias e cuecas, ou vídeos que revelam o grau de parentesco entre hospitais e açougues.

D-E-S-E-N-V-O-L-V-I-M-E-N-T-O remete à uma realidade concreta em países europeus, asiáticos e no Canádá, onde a pobreza e a impunidade praticamente não existem e a educação é visível não só nas salas de aula, mas também nas ruas. Até quando esse termo será constantemente vulgarizado pelas palavras do presidente?

Propostas em Compenhangue, Copa, Olimpíadas... Até quando o brasileiro vai continuar colocando esses elementos como responsáveis pelo desenvolvimento?

Estamos num país onde somente 34% da população acessam a internet (nossos vizinhos Chilenos marcam 50% e os colegas estadunidenses alcançam 74%) e que as pessoas estão se matando depois que assistem jogos de futebol. A dádiva da informação não chega à maioria. Enquanto não houver informação que leve educação e esclarecimento a todos, continuamos com essa indagação.

Por enquanto, somos brasileiros e não [d]existimos nunca; portanto, o jeito é insistir: até quando?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

This Is... Michael Jackson

Humildade, educação, espírito de liderança e um amplo conhecimento sobre música...

No final de semana passado assisti o documentário This Is It e fiquei impressionado com o que há registrado naquelas imagens. Longe dos lucros e dos efeitos tecnológicos que são comuns às produções visuais dos grandes artistas, o que mais chama atenção é a forma como o cantor trabalhava durante a produção e os ensaios da turnê que ele faria pela Europa.

Michael não estava só á frente da última grande tremporada de shows da sua vida, mas da sincronia dos movimentos coreografados, das ideias, da afinação e da perfeição das notas musicais. A preocupação com os fãs era primordial, como insinuou suavemente a um dos pianistas da banda: "Faça como está no CD, como os fãs gostam. Quero igual ao que está no disco porque é assim que eles gostam"

Além das letras que soavam e faziam parte dos ensaios, outras palavras também eram mencionadas com frequência a cada vez que ele pedia o que seria uma ordem: "Amor", "Deus te abençoe", "obrigado" e "por favor". Sempre que precisava de algo, ele se dirigia a todos com extrema humildade e paciência utilizando essas expressões.

Mesmo com todos os dramas familiares enfrentados ao longo da vida pessoal e do oportunismo que tomou conta dos parentes obcecados por fama, atenção e dinheiro às custas do talento de Jacko, ele fez questão de relembrar os momentos emocionantes do Jackson 5 e ainda afirmou que ama a todos os que fizeram com que tudo aquilo acontecesse, mencionando o nome de cada um.

Não havia nada que ocorresse em seu show que ele não soubesse como proceder da maneira mais correta:

Diretor: "Michael, você tem que olhar pro telão que está nas suas costas, para perceber o sinal que lhe fará iniciar a canção"

Jackson: "Mas eu quero olhar para o público".

Diretor: "Como você vai saber a hora de começar a cantar, se não estará olhando para o telão?"

Jackson: "Eu sinto. Vou sentir o telão nas minhas costas" - citações não idênticas, mas que representam o que foi mencionado

Pioneirismo é uma de suas marcas e ele abusou dos recursos tecnológicos mais recentes para fazer diferente. Mas isso é muito pequeno diante do que ele representava com a música, o talento, a presença em palco e a produção do que apresentava.

A Britney já teve chuva no palco, Christina Aguilera, fogo, o U2 perturbou o sono do Reino Unido quando percorreu estradas com tantos caminhões de porte máximo carregando aparatos de tecnologia para a montagem da turne 360º... E assim muitos vivem no mercado musical, não vivem a música. Vários dos que chamamos de artistas hoje, são pensados e produzidos nas salas de reunião das gravadoras... O Michael Jackson não era pensado, ele pensava, opinava e suas ideias eram sempre inadiáveis...

Se ele apresentava problemas de saúde ou não, não temos a confirmação oficial - diante de tantos boatos e fofocas que ajudaram na deterioração da vida do astro - mas é notório que mostrou energia e dedicação nos ensaios e na produção da sua última turnê.

O documetário ganhou fins lucrativos para os oportunistas que o sugaram, projetou o Rei Do Pop para aqueles que ainda não o conhecem e confirmou o que todos os fãs já sabem: um líder, um talento, um ser humano: This Is Michael Jackson!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Contradições humanas

O que queremos ser afinal??

As pessoas vivem rodeadas de contradições que podem ser consideradas meio engraçadas. A seguir menciono alguns dos paradoxos que permeiam a existência humana.

Crianças querem ser adultos. Vestem roupas dos pais, imitam personagens, admiram pessoas e falam como gente grande... Os pais presenteiam seus filhos com celular, IPod... As meninas andam maquiadas no shopping com saltos mais altos que as idades, bolsas vazias - assim como suas infâncias - e mini-saias que assustam! Os meninos estufam o peitoral em formação e andam com os braços abertos e calças tão folgadas quanto as atitudes de bad-boy que eles pensam ser "grandiosas"

Depois dos 10 anos começa a fase "sou pré-adolescente". Poxa, será que não dá pra ter 11 ou 15 anos e pronto?!

Na adolescência já se consideram adultos e precisam trabalhar, fazer uma faculdade e alguns até têm filhos, mesmo que eles cheguem de surpresa. As depressões, espinhas no rosto, o primeiro amor que nunca chega ou o relacionamento que nunca deveria ter acontecido... Os "micos" e as notas baixas... As vontades próprias e o choque com os pais ou as vontades dos pais e os conflitos íntimos; qual faculdade cursar; o desprezo pelas crianças, a raiva que sentem dos adultos e o medo da velhice... Às vezes as coisas se tornam mais difíces quando os pais se divorciam ou alguem é homossexual, mas em alguns casos situações como essas podem ser a solução para vários problemas "pré-adultos". Os estágios são cansativos, a faculdade é um saco, mas quando tudo acaba ficam todos com saudades e fazem fotos chorando... As responsabilidades vão ficando maiores e algumas pessoas param pra lembrar que quando eram crianças não faziam nada mais que estudar, dormir, ter tudo que seus pais ofereciam e, claro, tinham uma pele ótima (!)

Quando adultos, alguns dos que odiaram tanto os pais continuam vivendo com eles; outros amaram tanto seus parentes que precisam deixá-los por causa da necessidade avassaladora de ganhar dinheiro. A idade vai passando... Os adultos que vivem com os pais continuam assim - esses se perderam no tempo e no espaço - já os que estão lutando, começam a crescer de verdade e se tornam grandes!

Mas, a velhice está chegando e o medo de ficar com a aparência diferente faz muitas pessoas gastarem dinheiro com cremes e cirurgias, namorar pessoas mais jovens, comer comida macrobiótica ou viver de luz... Tudo com o único objetivo: reverter os efeitos do tempo e não morrer, ou seja, voltar a ser jovem... Aquela fase complicada, cheia de conflitos e que por muitas vezes nos fez querer ser adultos... Nossa! Que confusão... Às vezes é difícil ser humano!

Enquanto crianças somos inocentes e o período de crescimento nos faz aprender a ser grandes, não só no tamanho, mas também nas atitudes. A velhice é abolutamente importante porque trata-se do ápice da maturidade. É nesse momento que devemos mostrar mais orgulho porque já podemos ensinar e contar histórias para os que ainda "viajam na nave espacial Tempo".

As fases devem ser vividas intensamente porque são únicas! Não adianta a Suzana Vieira pensar que é uma paquita e a Maísa falar e dançar como... Uma paquita também (!)... É tão ridículo... Devemos aproveitar os momentos, respeitando as limitações do corpo e de cada tempo, tratando isso como mais uma forma de viver bem a vida.

O avanço... Mas, o rio...?!

O falso progresso do homem

O pôr-do-sol na praia do Jacaré na Grande João Pessoa é uma atração turística que tive a oportunidade de conferir pela primeira vez na véspera do feriado da Independência. Na verdade, trata-se do final de tarde visto por várias pessoas acomodadas em restaurantes, barcos ou lanchas, às margens do rio Sanhauá e ao som do Bolero de Ravel em saxofone, apresentado por Jurandir Do Sax.

Foi a primeira vez que fiquei sobre as águas de um rio num pier, já que antes nunca havia chegado tão perto de um grande volume de água doce.

Mas, apesar desse momento ser excepcional, uma coisa me deixou muito triste; em vez de ter aproveitado integralmente o pôr-do-sol, acabei me debatendo em reflexões sobre a poluição do rio.

Tinha uma pessoa comigo e falei pra ela:

"Quanta água que poderia estar limpa... Fico triste ao ver toda essa imensidão se perdendo nas mãos do homem... Fico muito triste mesmo! As caravelas portuguesas passaram por aqui quando tudo isso ainda tinha grande valor"

Então a pessoa disse:

"Você tá triste por isso?!..."
Finalizou com risos irônicos.

Nada contra quem me acompanhava, uma pessoa que amo muito... Mas, por que não posso ficar triste com a sujeira que despejaram num rio? Será que meus sentimentos são problemáticos ou há algo mais sério que isso, quando se fala em meio-ambiente?

Não dá pra ter orgulho do desenvolvimento, das descobertas e dos avanços proporcionados pelas novas tecnologias e industrialização, se não há respeito pelo ambiente. Tantas águas que não são mais transparentes ou inodoras e o doce cedeu espaço para o amargo dos dejetos lançados no Sanhauá, Capibaribe, Beberibe, São José, Tietê, Ganges...

Vi na TV sobre o rio Hudson, em Nova York, que já foi bastante poluído, mas depois do processo de limpeza que começou há 50 anos, hoje as margens da parte urbana são pontos de encontro de vários nova-iorquinos (não dá pra acreditar que os Estados Unidos ainda fizeram algo louvável pelo ambente!). Isso me deu uma ligeira sensação de alívio, porque penso que há outras pessoas preocupadas com rios!

Assisti também que na Índia jovens estudantes de informática que trabalham na área se orgulham de suas carreiras promissoras porque agora podem comprar muitos sapatos e ter uma casa. Eles também lembraram que o país não é mais um lugar onde há apenas domadores de serpentes. Um dos backgrounds da reportagem era Mumbái, com ares cinzentos mudando a cor do céu e tornando a cidade cada vez mais quente. Esses jovens ainda não sabem que são meros "recrutas" do capitalismo internacional, representado por nações que apenas aproveitam a mão-de-obra barata e a falta da consciência de exploração, que os "subdesenvolvidos" não têm integralmente... É assim que o desenvolvimento chega à Índia, ao Brasil, à África do Sul etc.

Parece que esse progresso "tão próspero" não deve ser muito duradouro, afinal desconheço pessoas que bebam programas da Microsoft ou se alimentem de robôs japoneses.

Poucas ações fazem a diferença e com elas poderemos contribuir para a certeza da eficácia dos métodos de educação e preservação do ambiente; basta um pouco mais de informação e consciência, "produtos" disponíveis e que não estão à venda!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O OUVINTE QUE VIROU LOCUTOR

O texto seguinte foi produzido pelo meu amigo Johan van Haandel, depois que ele passou em João Pessoa no final do ano de 2008... Radialista-Mestre pela PUC-SP, foi um dos meus suportes enquanto eu era apenas um ouvinte...


Na época em que eu era programador da 98 FM tinha um ouvinte que sempre ligava para pedir músicas internacionais. Uma das músicas que eu lembro que ele pedia era “Shake ya tailfather” parceria do P. Diddy com mais dois rappers (em setembro de 2003 essa música era o número 1 da parada da Billboard dos Estados Unidos).

Em 2008 recebi a grata notícia que esse ouvinte tornou-se locutor da Mix de Jampa. É o Alisson Correia, que ingressou no curso de jornalismo da UEPB, tornou-se locutor da Serra Branca FM e de lá foi chamado para a Mix FM de Jampa. Fiquei muito feliz com a notícia, pois sei que é um profissional que deve se identificar bastante com a segmatação da emissora na qual trabalha.

Aqui estão os links dos blogs que ele produz e também o link para a comunidade do “Festa Mix”, programa que ele apresenta na emissora com as mixagens do DJ Lamark.
Blogs do Alisson:

http://expressomusik.blogspot.com/

http://alissoncorreia.blogspot.com/

Comunidade do programa “Festa Mix”

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=74311205 -

Parabéns, Alisson! Estou muito feliz por você!

Reproduzi o conteúdo que se encontra no blog dele, http://radiocg.wordpress.com/

Abço, eterno "DJ" Johan... obrigado e parabéns!!!